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Museu
Testemunhos longevos de um notável movimento filarmónico, da devoção artística e auspiciosa prática musical de amadores, as Bandas Filarmónicas constituem um premente legado na cultura musical madeirense. Herdeiras da atividade musical e da funções “simbólica” e “recreativa” de efetivos de “música alta”, dos ternos de charamelas e percussão que há pelos menos três séculos animavam as festividades cívicas e religiosas, e das bandas regimentares sediadas e destacadas para a região na centúria oitocentista, as bandas filarmónicas de cariz comunitário e corporativo madeirenses formalmente se constituíram desde meados daquele século, tendo várias delas mantido uma contínua atividade musical e desempenhado um seminal, gratuito e profícuo contributo para a formação artística dos seus executantes e associados.
Naquelas seculares instituições musicais, pelo labor dos seus maestros, professores, diretores, executantes e associados e simpatizantes, se iniciaram muitos dos consagrados músicos regionais, tantos outros que enveredaram por uma carreira como intérprete ou pedagogo naquele domínio artístico e os mais competentes amadores de música, que, ano após ano, garantem ainda o aparato das cerimónias cívicas e o recreio da sociedade madeirense.
Bandas da RAM
Cronologia Fundação das Bandas
Personalidades em Destaque
Élio Cristiano Gomes Jardim
Aquilino Domingo da Silva
Tito Abílio da Silva
José Maurício Faria Andrade
José António Dellanave
João Maurício Tavares Quintal
João Heliodoro Abreu Ferreira
Virgílio Vieira Marques dos Ramos
Elmano Gomes
Ângelo Álvares de Freitas
José António Nunes de Faria
Rafael José Nóbrega Mendes

























































