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Museu
Testemunhos longevos de um notável movimento filarmónico, da devoção artística e auspiciosa prática musical de amadores, as Bandas Filarmónicas constituem um premente legado na cultura musical madeirense. Herdeiras da atividade musical e da funções “simbólica” e “recreativa” de efetivos de “música alta”, dos ternos de charamelas e percussão que há pelos menos três séculos animavam as festividades cívicas e religiosas, e das bandas regimentares sediadas e destacadas para a região na centúria oitocentista, as bandas filarmónicas de cariz comunitário e corporativo madeirenses formalmente se constituíram desde meados daquele século, tendo várias delas mantido uma contínua atividade musical e desempenhado um seminal, gratuito e profícuo contributo para a formação artística dos seus executantes e associados.
Naquelas seculares instituições musicais, pelo labor dos seus maestros, professores, diretores, executantes e associados e simpatizantes, se iniciaram muitos dos consagrados músicos regionais, tantos outros que enveredaram por uma carreira como intérprete ou pedagogo naquele domínio artístico e os mais competentes amadores de música, que, ano após ano, garantem ainda o aparato das cerimónias cívicas e o recreio da sociedade madeirense.
Bandas da RAM
Cronologia Fundação das Bandas
Personalidades em Destaque
Marco Paulo Teixeira Correia
Anselmo Baptista de Freitas Serrão (Jr.)
José da Costa Miranda
Manuel Vieira
João Manuel Góis Correia
Nélio de Freitas Silva
Francisco Fernandes da Silva (Jr.)
João Armando Abreu Santos
Élio Cristiano Gomes Jardim
Alberto Cláudio de Sousa Barros
Raul Gomes Serrão
Augusto José Miguéis

























































